O Brasil desperdiça um enorme potencial hidroviário ao subutilizar os rios navegáveis de suas 12 regiões hidrográficas. Para estimular o investimento no transporte de cargas e de passageiros por esse modal, a Confederação Nacional do Transporte lança, nesta quarta-feira (2), às 11h (no site www.cnt.org.br), o estudo Aspectos Gerais da Navegação Interior no Brasil. Esse será o primeiro de uma série de cadernos especiais que abordarão o sistema hidroviário do país.

O trabalho traz uma caracterização do setor, apresenta seu histórico e analisa os cenários normativos e institucional. Também apresenta os investimentos previstos, os realizados e os necessários para o desenvolvimento do modal hidroviário. Na realidade, o Brasil não tem uma hidrovia de fato nos moldes que esse tipo de infraestrutura requer. Faltam investimentos e políticas para que esse modal se desenvolva e ofereça confiabilidade e disponibilidade constante desse tipo de transporte. 

A importância do equilíbrio da matriz de transporte brasileira e da diversificação dos meios de deslocamento de produtos e pessoas ficou mais evidenciada com a paralisação dos caminhoneiros em 2018. De acordo com o presidente da CNT, Vander Costa, um modelo ideal de matriz para uma nação com as características do Brasil pressupõe o maior equilíbrio dos modos disponíveis. “Só assim seria possível aumentar a eficiência e a competitividade nas movimentações. E o transporte fluvial – em um sistema integrado – tem a capacidade de se constituir em uma alternativa eficiente e econômica em nosso país.”



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