Em editorial econômico desta quarta-feira (10), o jornal Estado de S. Paulo utiliza os dados apresentados pela publicação Conjuntura do Transporte – Desempenho do Setor, divulgada pela CNT no início deste mês, para chamar atenção para uma possível nova configuração do transporte de cargas no Brasil. A partir dos números revelados pelo estudo, o diário observa que, em decorrência da insegurança e da fraca atividade econômica, houve um deslocamento da demanda do transporte rodoviário para outros modais, como o aquaviário e o ferroviário.

“O fato relevante é que as empresas que dependem do transporte constataram que uma greve de caminhoneiros – como ocorreu em maio do ano passado – pode resultar em severos prejuízos para elas. Por isso, ainda que a capacidade dos outros modais de transporte seja insatisfatória para atendê-las, tornou-se necessário buscar alternativas.”

O editorial prossegue destacando alguns números relativos a 2018, que endossam essa perspectiva de mudança. “Houve alta de 25,8% no transporte de carga geral via navegação de cabotagem (entre portos de um mesmo país). Ao mesmo tempo, o transporte ferroviário medido por toneladas úteis cresceu 5,8%.”

O texto infere – a partir do resultado do estudo da CNT – que a atividade de transporte depende bastante de poucos itens, como a produção agrícola e o minério de ferro. E finaliza ressaltando o posicionamento da CNT de investir no melhor equilíbrio da matriz de transporte no país.

Confira a íntegra do editorial do Estadão

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