Com o objetivo de nortear o trabalho nos portos diante da disseminação do novo coronavírus, o Ministério da Infraestrutura e o MPT (Ministério Público do Trabalho) assinaram uma recomendação conjunta para as empresas do setor e as autoridades portuárias. Entre as medidas, válidas desde a última sexta-feira (20), o documento sugere a criação de estruturas organizacionais especiais e planos de prevenção de infecções nos portos.

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, destacou que o Brasil tem, hoje, um déficit de cerca de R$ 20 bilhões na balança comercial do setor de saúde e afirmou que é por meio dos portos que boa parte dos insumos e equipamentos chegam. "A nossa prioridade é garantir um ambiente seguro para que esses profissionais possam trabalhar. Manter esses equipamentos em pleno funcionamento é vital para superarmos essa crise", afirmou.

Também é indicada a necessidade de implantar escala eletrônica, orientações formais de prevenção e combate ao vírus, oferta plena de materiais de proteção, afastamento imediato de profissionais de grupo de risco, monitoramento de trabalhadores que tiveram contato em casos suspeitos, desinfecção de qualquer acomodação utilizada e comunicação imediata à Anvisa de casos confirmados ou sob suspeita. Trabalhadores que retornem de viagem devem ficar sob observação entre sete (assintomáticos) e 14 dias (sintomáticos).

Fonte: Ministério da Infraestrutura

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