O Brasil pediu, formalmente, a entrada na OCDE (Organização para o Desenvolvimento e Cooperação Econômica).  O anúncio foi feito na noite dessa terça-feira (30) pelo porta-voz da Presidência da República, Alexandre Parola. O objetivo do governo, explicou Parola, é consolidar o desenvolvimento sustentável e inclusivo da economia. Além disso, modernizar a gestão e aproveitar a experiência da OCDE em políticas públicas comparadas. A solicitação é o primeiro passo para que a nação se torne membro do órgão. O pedido será analisado.  

Com sede em Paris, a entidade atua nos âmbitos internacional e intergovernamental e reúne os países mais industrializados do mundo e alguns emergentes, como México e Chile. São 34 membros, ao todo. No âmbito da OCDE, os representantes efetuam o intercâmbio de informações e alinham políticas com o objetivo de potencializar o crescimento econômico e colaborar com o desenvolvimento de todos os demais países membros.

Desde 1994 o Brasil participa de atividades do órgão, além de acompanhar 23 comitês e grupos de trabalho. O país também acolheu 31 instrumentos jurídicos definidos pela organização. Em junho de 2015, o Brasil assinou um Acordo Marco de Cooperação com a OCDE, que fortaleceu o relacionamento com a Organização.

A OCDE também intensificou, nos últimos anos, o desenvolvimento de estudos a respeito do país. As informações estão concentradas em uma página no site do órgão. 

Parceria com a China


Na noite dessa terça, também, o porta-voz da Presidência falou sobre o lançamento de um fundo de investimentos em parceria com o governo chinês. O aporte chega a US$ 20 bilhões que serão direcionados para os setores de infraestrutura, manufatura e agronegócios. A previsão é de que o fundo entre em operação a partir de junho.

Com informações do Palácio do Planalto
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