A partir do próximo dia 31 de janeiro, passa a ser obrigatório o uso da placa Mercosul em todo o Brasil, de acordo com prazo definido pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito), no dia 28 de julho do ano passado. A nova placa deveria ter entrado em operação em janeiro de 2016, teve seis adiamentos. A extensão do prazo foi feita para que os órgãos estaduais de trânsito pudessem credenciar as fabricantes das novas placas. Além disso, algumas regras foram alteradas para a instalação das placas Mercosul.

Dos 26 estados brasileiros, apenas Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Rondônia, já haviam aderido à nova PIV (Placa de Identificação Veicular). O Detran-SP (Departamento de Trânsito), por exemplo, informou que passará a utilizar o novo sistema a partir do dia 1º de fevereiro.

A placa Mercosul dever ser utilizada para veículos novos, no primeiro emplacamento, além dos veículos que forem transferidos de município ou Estado. Ou ainda em caso de furto ou dano muito extenso à placa, que dificulte a leitura. Prevista para entrar em vigor em janeiro de 2016, foi adiada para 2017 e ,depois, para dezembro de 2018.

Nova placa tem fundo branco, quatro letras e três números, dispostos de maneira aleatória. A cor da combinação alfanumérica indica a categoria do veículo. A cor preta é para carros particulares, vermelha para táxis, veículos comerciais e de aprendizagem (autoescola), enquanto a azul é para carros oficiais e a verde, para os de teste. O tom dourado será utilizado para carros diplomáticos e o prateado, modelos de coleção.

Ela tem uma tarja azul, onde fica o nome e a bandeira do país, além do emblema do Mercosul. Está previsto ainda um sistema integrado de consulta que irá compilar dados sobre o veículo e seu proprietário, que terá um banco de dados com registros de roubo e furto.


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