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Após uma semana de programação intensa na Suécia, o grupo de participantes da Missão Internacional do Transporte retorna ao Brasil. Convidada pelo Sistema Transporte, a comitiva de empresários participou do programa de educação executiva desenhado pela Escola de Economia de Estocolmo, e realizou visitas técnicas a grandes empresas locais. O principal saldo dessa imersão foi a consciência de que o tema da transição energética, com foco na eletrificação do transporte, ganha impulso na Europa, em um contexto de rápidas transformações geopolíticas.

“Mais uma vez, reunimos empresários e autoridades ao redor do objetivo de trazer conhecimento. A Escola de Economia de Estocolmo desempenhou seu papel de agregar ensinamentos de alta qualidade, com professores bastante conhecedores, e conseguiu instigar a delegação a pensar no futuro com sustentabilidade. Falamos, aqui, de sustentabilidade em sentido amplo, começando pela dimensão ambiental, passando pela social, e chegando à sustentabilidade empresarial — para cumprir seu papel social, os empresários precisam gerar riqueza”, reflete o presidente do Sistema Transporte, Vander Costa.

Para a diretora executiva nacional do SEST SENAT, Nicole Goulart, a iniciativa satisfez o propósito de criar “massa crítica” e antever o futuro do setor. “A partir do momento em que os participantes alcançam uma visão de grupo, voltada para a vanguarda, a escolha do país e da instituição de ensino se torna um catalisador.  São os empresários que fazem cada missão ser um sucesso”, afirma. Entre outros países, a Missão Internacional já passou por Singapura, Suíça e Israel. Desta vez, pôde usufruir do espírito sueco, que busca conciliar tradição e tecnologia, inovação e sustentabilidade. 

“A imersão na Suécia nos ensinou muito. Além do networking incrível com os representantes do transporte, agregou cultura. Vimos como a sustentabilidade é fundamental para o nosso futuro, para o futuro das próximas gerações. Saímos daqui com muita bagagem, com muito conhecimento e muita vontade de trabalhar por nosso país”, ressalta o gerente da Piracicabana, David Longbloed.

Já o gerente executivo da TBForte, Max Madruga, observa que o saldo da experiência foi “realmente enriquecedor”. “As palestras foram muito interessantes e as visitas técnicas proporcionaram um novo conhecimento às empresas. Estão ocorrendo transformações em nosso setor ligadas à agenda ESG e ao campo da inovação, e a gente está trazendo para o Brasil muitas informações relevantes. São pontos que a gente precisa promover, de modo a continuar crescendo como empresa e como sociedade, sempre focados na preocupação com a sustentabilidade”, assinala.

CEO da Transpanorama, Claudio Coelho Adamuccio já participou de outras Missões e vê frutos desse tipo de experiência proporcionada pelo Sistema Transporte. “Em primeiro lugar, é uma busca por conhecimento fora do nosso país. Com isso, podemos comparar, ver o que já executamos e perceber aquilo que precisa ser evoluído. Em segundo, é uma oportunidade de networking enorme. Normalmente, as maiores transportadoras têm as mesmas dores. No caso da Suécia, a convivência foi muito harmoniosa e rica, de modo que o que é passado em sala de aula é tão importante como o que acontece fora da aula”, resume.

O programa acadêmico da Missão Internacional do Transporte – Suécia 2024 teve início em 22 de abril e se encerrou em 26 do mesmo mês. 

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